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domingo, 24 de abril de 2011

Tudo tão de repente,
a paz se fez presente, e tudo de repente Desponta no instante,
(Curso de violão, cursinho pré vestibular, oferta de emprego, Presente)
Tudo parece bem mais diferente, olhando pra frente.
E agora sei que tudo é constante, o momento, o vento, a vida se fazendo presente.
No momento agente sente
que tudo é significante, e emocionante.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

...


Conversavam pouco menos do que se olhavam. Olhavam-se já com desejo. Cessou a conversa e, com um toque em sua pele e um chamado no seu olhar, Maria a convidou para a sua casa, onde poderiam ficar a sós, à vontade. Por um instante Cecília hesitou, lembrou-se de outra pessoa a sua espera, mas queria ir, sentia a vontade e a força do momento, guiarem seus passos, e então, não resistiu. Saíram a caminho, cheias de desejos, a ponto de nem enxergarem o caminho, ansiosas para chegar o momento que sim, que poderiam se permitir, que poderiam se tocar, se amar.
                Não houve demora alguma tudo estava a seu favor. O espaço que iria as receber já estava ali, não havia nada a perder, e assim as caricias seguiram, o desejo tomava conta de todo aquele espaço. Foi o algo mais novo que Cecília provara e gostara mais, mas foi tomada de repente por um pesar, estava se sentindo culpada e a pediu desculpas, abaixando a cabeça, quando sentiu sua cabeça com o rosto coberto de lagrimas escorrendo, sendo levantada por sua amante, que também estava banhada de lágrimas, por também ter alguém a sua espera, e permaneceram assim por um tempo, a chorar suas penas, mas estava feito e não havia arrependimento pelo o acontecido, tinha sido algo maravilhoso e terno.
                Maria já estava há algum tempo assim, a imaginar, e então resolver levantar-se e cuidar nos afazeres de casa.

A rã não arranha...


A rã não arranha, isso é façanha, ela é feia e pegajosa, mas ama,
e ainda digo, ela não se acanha Cai em cima, Lança, não se arranha.
Faz barganha pra pegar quem ama, subiu na minha cama, na hora cai fora,
a bichinha a me olhar, e com aquela pele pegajosa, no meu travesseiro foi deitar,
pra do meu rosto se aproximar, ela naquela hora, só queria se esquentar e o frio do seu corpo molhado tirar, a rã não sabe arranhar, ela faz é amar.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Medo =s


Palavrinha  tão pequena, mas com efeitos tão grandes, MEDO MEDO MEDO MEDO, nos paralisa,nos gruda a cabeça a idéia de algo que achamos que não ira dar certo,ou por percebermos ou acharmos que estamos perdendo algo.
                Medo, um estado de insegurança, de atenção ,preocupação,antecipação. Sentimos medo do novo, do que está por vir,medo dos desafios que a vida nos empoe,das responsabilidade que temos de assumir. O medo, se visto sabiamente, poderá ser uma oportunidade, se soubermos superá-lo com todas as nossas forças, se soubermos enfretá-lo  e transformá-lo em força,vencendo assim todos os nossos desafios.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Chegada a Faculdade


Talvez eu tivesse que passar por tudo o que passei, talvez agora acalme, quer dizer, não é bem calma que sinto chegando, e sim um alvoroço. São novas coisas fluindo com o passar dos minutos, me fazendo sentir como um mar em grandes ondas, e que vai me arrastar, sinto que vai, me vejo nervosa, cheia de coisa na cabeça, o que vai acontecer?  Como vai ser agora? E o que vai ser? Perguntas me Surgem e eu tento manter a calma, calma, respiro. E vai sendo assim o passar do meu dia, o decorrer dos segundos, no pulsar do meu sangue e do meu peito, que parecem bem mais rápido agora.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A Porta.

Joana passava pela sala que ficava entre o quarto e a cozinha, quando de repente, parou e fixou um olhar curioso em uma porta semi-aberta que ali estava, e que ela até então desconhecia, passado alguns segundos de estranhamento e parada ali, Joana decidiu Olhar o que havia do outro lado da Porta desconhecida,
foi se aproximando devagarzinho e apreensiva, e se arriscou a apenas por um Olho para espiar, apenas um pouco da cabeça, quando uma forte luz quase lhe cegou os olhos, espantada, deu um passo atrás,esperou um pouco,cada vez mais curiosa.E então se aproximou novamente,foi quando viu algo que parecia mágico, que lhe deixou perplexa, encantada com aquilo. Ela, nesse instante acabara de perder o medo, e ja estava do outro lado da porta, e ali, ela
viu milhares de coisas, as quais conhecemos por, "oportunidades",viu, sentiu alegria, desejos, força, sonhos e mais sonhos,ela permaneceu ali por um bom tempo,nem havia percebido sua entrada ali.Aos poucos foi percebendo que uma fuligem tomava conta do lugar, chegando a suas mãos e seus pés, e o êxtase em que ela estava foi dando lugar ao medo, ela não entendia o que se passava agora, como tudo podia desaparecer tão rápido e fazendo aquilo tudo irreal, se agora pouco tudo era tão real, e aos poucos foi recuando para a sala onde estava no príncipio. Joana pode perceber que tudo aquilo podia ser possível, mas teria que passar para o outro lado da porta,e enfrentar o medo,a tristeza, solidão, e ela ja sabia de tudo isso, por que nesse instante ela passara a sentir,
e teria que passar por tudo isso antes mesmo de tomar uma decisão, Tudo era tão forte, era como se estivesse sendo levada pela força do vento,até o dia em que foi, que finalmente passou por aquela porta,mas sentiu que ainda faltava algo, ela teria que, ao passado pela porta, teria que Fechá-la, e parecia ser a
tarefa mais difícil por que do outro lado, no lado que ficara para trás, Ficaram muitas lembranças e elas tinham uma força enorme a impedindo de fechá-la.